pagamentos instantâneos

Pagamentos instantâneos: meta para 2020?

O sócio fundador do Nubank, David Vélez, afirmou que a empresa está se preparando para oferecer pagamentos instantâneos aos seus clientes. Para ele, os clientes devem receber esse tipo de forma de pagamento, pois assim os estabelecimentos irão seguir a demanda. A declaração foi feita após a participação do mesmo no Fórum de Investimentos Brasil 2019

Mas o que são pagamentos instantâneos? 

Pagamentos instantâneos permitirão que qualquer pessoa com um smartphone em mãos possa realizar transferência e pagamento com um custo reduzido, comparado com o TED e o DOC que temos disponível hoje em dia. Além disso, o dinheiro cairá na conta do recebedor em poucos instantes, o que proporciona agilidade nas transações. Os pagamentos instantâneos possuem principais características como: disponibilidade, velocidade, conveniência, multiplicidade de casos de uso, entre outros. 

Porém, estima-se que esse novo sistema de transação estará disponível no Brasil depois de 2020. Por enquanto ele está em fase de regulamentação pelo Banco Central. Afinal, é preciso definir os requisitos necessários para a implantação dos pagamentos instantâneos.

Sobre a democratização do sistema financeiro, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que esse é um terreno bastante fértil para as fintechs e vai permitir diminuir o custo de intermediação financeira no País e ainda a circulação de dinheiro, o que beneficia a autoridade monetária. 

Além disso, existe a questão da segurança, segundo o BC o sistema novo será bem seguro, pois utiliza a tecnologia QR Code, que dispõe de algumas camadas de segurança, como senha e atualização do código a cada intervalo de tempo. “Os pagamentos instantâneos vão trazer uma grande revolução no Brasil juntamente com as outras medidas que o BC vem tomando, open banking, por exemplo”, disse Campos Neto, destacando a importância de ter o projeto centralizado no BC e não em um ente privado no intuito de ter um sistema único e interoperável.

De acordo com Vélez, o Nubank está trabalhando em conjunto com o Banco Central, contribuindo com informações para a regulamentação dos pagamentos instantâneos. “Existe muito argumento de tecnologia, segurança, tarifas. Por outro lado, temos uma estratégia de produto para desenvolvermos internamente nossos pagamentos instantâneos”, explicou o executivo, sem dar mais detalhes.

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