Tributação

O que o Diagnóstico Fiscal pode fazer na sua Empresa?

O atual cenário econômico e a burocracia brasileiros são tópicos recorrentes nas pautas de empresários em geral.

Neste contexto o emaranhado de normas tributárias, algumas vezes até conflitantes entre si, colocam em cheque a geração de caixa e a rentabilidade de empresas menos atentas ao repertório de alternativas tributárias.

Por isso, fazer uso de diagnósticos fiscais mais abrangentes de forma recorrente se faz essencial para a geração imediata de resultados e otimização tributária da empresa. O diagnóstico auxilia a encontrar os melhores caminhos para que sua empresa reduza gastos e se posicione nestas frentes de maneira mais sólida e competitiva no mercado.

Diagnostico Fiscal e Tributário

Mas o que é o Diagnóstico Fiscal?

O Diagnóstico Fiscal, como o próprio nome sugere, é uma análise de possíveis fatores que possam comprometer a saúde fiscal de uma empresa. Tal como ocorre no campo da medicina, o emprego de tecnologia na área fiscal faz uso de algoritmos que realizam uma varredura eletrônica dentro das obrigações contábeis e fiscais da empresa, com o objetivo de levantar possíveis valores de créditos a serem restituídos para a empresa, estancar possíveis acúmulos indesejados de créditos ou evitar desembolsos desnecessários na medida em que exista algum mecanismo vigente ainda não utilizado pela companhia.

Normalmente é realizado por uma equipe multidisciplinar, cada vez mais com profissionais do ramo de tecnologia, como é o caso da GT Consultoria, que lança mão de profissionais  de TI, concomitante a contadores e advogados.

A diferença essencial deste tipo de diagnóstico fiscal para uma auditoria convencional é que a auditotia foca muito mais no compliance, ou seja, na conformidade dos cálculos e recolhimentos do que em alternativas para sua redução, que justamente é o objetivo do primeiro.  

Além disso, o diagnóstico vai muito mais a fundo na identificação de todos os eventos que podem gerar créditos. Ora, num negócio comercial ou industrial a classificação fiscal dos itens de compra são essenciais na determinação de créditos a recuperar, logo é essencial de tempos em tempos revisar se o fornecedor cometeu algum equívoco na emissão da sua nota. Um CFOP (Código Fiscal de Operações e Prestações) preenchido erroneamente pelo fornecedor pode induzir sua empresa a não tomar os devidos créditos na aquisição de suprimentos. O CST (Código de Situação Tributária) equivocado, por exemplo, pode sepultar as chances duma empresa de obter benefícios fiscais como o REINTEGRA, assim como o código NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul), que além disso pode impactar significativamente no custo de IPI (imposto sobre produtos industrializados).

Se a possibilidade de equívoco na escolha dos diversos códigos (CFOP, CST, NCM) que geram impacto fiscal numa simples emissão de nota fiscal, imagine a possibilidade de equívocos que a sobreposição de informações junto à Receita pode gerar. Só para citar um exemplo, uma mesma informação trivial como o faturamento da empresa deve ser informada quatro vezes, uma na escrituração contábil digital (ECD), mais três vezes em distintas obrigações fiscais (ECF, EFD-Contribuições, e EFD-ICMS IPI, o que induz as empresas a erro e as sujeita a diversos tipos de penalidades previstas.

O cuidado periódico com saúde fiscal e, por consequência, financeira do negócio é fundamental para a prevenção de problemas, quando eles ainda são remediáveis, mas também para a identificação de soluções definitivas e impactantes em termos de preservação de caixa e aumento de rentabilidade.

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PESQUISA E INOVAÇÃO: VISÕES E INTERSEÇÕES

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O intuito desta obra é apresentar as relações entre conceitos, processos e resultados das áreas de pesquisa acadêmica e da área de inovação no Brasil