Pesquisa e Desenvolvimento pode alavancar sua empresa!

Sempre que há uma empresa pensando em pesquisa e desenvolvimento, ou simplesmente P&D, ela acaba passando por algumas perguntas antes mesmo de começar algum projeto. Então entender o que é P&D atualmente se torna essencial. 

O que faz um setor de Pesquisa e Desenvolvimento? 

A presença de um departamento de P&D ativo é uma forma de garantir a competitividade de um fabricante, fornecendo produtos em constante evolução. Por outro lado, ignorar sua importância é dar uma chance aos concorrentes de estarem a um passo à frente. A gestão de projetos exige do gestor habilidades de comunicação, liderança, organização, de solucionar problemas e saber negociar. O que distingue um projeto de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) dos demais é o seu alto grau de incerteza e complexidade. 

O que diz a Lei do Bem?

A Lei 11.196/05, conhecida como Lei do Bem, é a legislação que cria a concessão de incentivos fiscais a empresas que realizam o P&D, uma forma de fomentar o desenvolvimento de inovação tecnológica a longo prazo e novas riquezas para o país. Logo, a legislação é uma maneira de compartilhar o risco financeiro deste esforço. Na prática, é como se a empresa tivesse um aporte de 20% a 36%, dependendo de sua alíquota efetiva de IRPJ e CSLL, e contratação de pesquisadores ou desenvolvedores.

Por que é importante um país investir em pesquisa e desenvolvimento? 

Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), o investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D) é uma das chaves para se alcançar a inovação e o desenvolvimento econômico e a independência tecnológica de um país. Com novos produtos e processos, a sociedade maximiza sua capacidade tecnológica, aumenta sua produtividade e, portanto, o crescimento econômico. Não é sem razão que os formuladores de políticas em praticamente todos os países têm realizado políticas de fomento nesta vertente.

Pesquisa e Desenvolvimento
P&D

Mas o que é o Programa de P&D? 

O objetivo do Programa de P&D é alocar adequadamente recursos humanos e financeiros em projetos que demonstrem a originalidade, aplicabilidade, relevância e a viabilidade econômica de produtos e serviços, nos processos e usos finais dos projetos, buscando promover a cultura da inovação, estimulando a pesquisa e desenvolvimento, criando novos equipamentos e aprimorando a prestação de serviços que contribuam para a segurança do fornecimento do produto envolvido, a diminuição do impacto ambiental e da dependência tecnológica do país.

Qual o órgão governamental no Brasil que fomenta o P&D?

Existem vários, alguns dos quais já citados aqui no blog da GT Consultoria. Em relação à Lei 11.196 de 2005, conhecida como Lei do Bem, o ministério responsável é o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Segundo a Lei nº 9.257, de 9 de janeiro de 1996, o Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CCT) é “órgão de assessoramento superior do Presidente da República para a formulação e implementação da política nacional de desenvolvimento científico e tecnológico” e a secretaria do conselho é exercida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Lei do Bem 
P&D

Como fazer isso acontecer na minha empresa?

Esta é uma questão estratégica que intriga CEOs e novos empreendedores. Se voltarmos algumas décadas atrás, o grau de inovatividade das empresas era medido como despesa, ou mera representação percentual em relação ao faturamento.

Essa visão mudou e hoje a visão inovativa é incoporada ao core de muitas empresas e a visão passa a ser de investimento e não mais como uma rubrica de despesa. Em outras palavras, as atividades de PD&I são assumidos como eixos de alavancagem de receitas futuras e sobrevivência no meio competitivo.

Uma observação, porém, se faz necessária. A inovação não precisa ser disruptiva ou em escala mundial, basta embutir aprendizados e auto-superação do próprio patamar tecnológico da empresa. Para tanto é necessário incorrer em riscos tecnológicos e financeiros e superar as incertezas que envolvem as tentativas de se aprimorar determinadas características e funcionalidades e quaisquer produtos, sejam ele bens físicos ou incorpóreos (softwares). A melhor maneira de saber se sua empresa se enquadra ao pleito de incentivo é procurar uma assessoria especializada, como a GT Consultoria.



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